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A cidade cresceu em torno da primeira capela erguida no local, em 1743 e que depois iria dar lugar à Basílica Velha. Em 1928 separa-se de Guaratinguetá, tornando-se cidade. E, a partir de 1950, Aparecida constrói a Basílica Nova, capaz de atender a milhares de romeiros, e Nossa Senhora Aparecida foi considerada Padroeira do Brasil. A cidade possui 37.954 habitantes, e tem como principais atividades econômicas, o turismo religioso, a indústria e a extração de areia. A cidade, como dissemos, cresceu em torno da imagem da santa, vivendo sobretudo do comércio religioso ( principalmente nos primeiros tempos ). Assim, desenvolveu um crescimento rápido e desordenado, devido ao grande número de romeiros que para lá se dirigem, não havendo preocupação de organização do espaço. Há centralização de construções em torno da Basílica Velha, com a presença maciça do comércio religioso ( santinhos, bíblias, camisetas, etc. ). Com a Basílica Nova, começam a ser povoadas as colinas em volta desta. Este crescimento desordenado provoca a destruição da natureza em torno, só sendo preservada a região do outro lado do Rio Paraíba. Com o grande número de romeiros, que para a cidade se deslocam, há um enorme contingente de população flutuante, trazendo problemas de circulação, pois as ruas são estreitas, e sanitários, pois a cidade não possui uma infra-estrutura satisfatória. As soluções para tais problemas deverão caminhar, no sentido de uma organização na ocupação do solo, na estruturação do comércio, e melhor, no saneamento básico da cidade.
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